Autoliderança

Como? – Necessidade de mudança – Quando? 

Se existe algo na sua vida que não anda bem… Continue lendo este post.

Mulher-Maria:
Quando você percebe que precisa de uma mudança?
Em que ponto sua paciência explode a ponto de abandonar o que tem? 

Todas as mulheres já passaram; estão passando; passarão por este momento.

Nunca se sabe o que podemos encontrar por aí, quais perspectivas podemos formar que não estão dentro da nossa zona de conforto e poderemos estruturá-las de forma que se adaptem ao nosso novo estilo de vida.

Mas o que – de fato – nos leva a querer uma mudança?

Agradecer por tudo que temos é muito importante, eu diria imprescindível.

Por que, se você não valoriza o que possui, para que quer melhorar ou acrescentar algo novo?
O universo conspira a nosso favor sempre, por isso que devemos cuidar com amor de tudo o que temos, para pleitearmos e sermos merecedoras de algo novo.

A partir da gratidão, iniciamos o processo de eliminar o que é excesso, inútil, que está quebrado; nos libertar de tudo [coisas, pensamentos, sentimentos, relacionamentos] que não queremos mais em nossa nova vida.

Tudo bem! Não há nada errado com esse processo de eliminação.
Ao longo da nossa vida, vamos acumulando objetos, histórias, traumas, mágoas, pessoas que nos marcam com dor e essa dor gerá ressentimentos que vão nos adoecendo.

Ora, ora, todo acúmulo não é saudável!
Se há amor, devemos compartilhar. Se há dor, devemos curar. Se há tristeza, devemos chorar. Se há sofrimento, devemos falar. Se há raiva, devemos vomitar. Se há alegria, devemos gargalhar. Se há sonho, devemos realizar. Se há dinheiro, devemos ajudar. Se há miséria, devemos trabalhar. Se há sede, devemos saciar. Se há fome, devemos alimentar. Se há fé, devemos orar. Se há ignorância, devemos educar. Se há julgamento, devemos respeitar. Se há contravenção, devemos ser éticos.

Perceba que todo acúmulo demanda uma atitude de transformação. E quando um se transforma, inicia uma sequência de transformações.

Desse modo abrimos espaço para acolher e proteger tudo o que desejamos construir e adquirir a partir daqui, deste instante.

Não há necessidade de dizer:

“Eu nunca vou fazer isso!”
“Eu nunca vou trabalhar aqui!”
“Eu nunca mais quero ver esta pessoa na minha vida!”
“Eu nunca mais quero viver isso!”

Nunca é muito tempo e desconhecemos o que a vida nos reserva no momento em que iniciarmos nosso novo processo de mudança, portanto de evolução.
E, outro detalhe importante, nosso cérebro tem restrições ao processar a palavra não e suas variantes nunca, jamais.
Por isso, ao invés de dizer as frases acima, diga-as de modo a – de fato – negá-las:

“Farei de maneira diferente a partir de agora.”
“Trabalharei em lugares diferentes onde eu seja reconhecida pessoal e profissionalmente.”
“Quero conviver com pessoas que agreguem valor à minha vida.”
“Quero viver apenas o que me traga crescimento.”

É importante entender que a mudança acontece, quando construímos uma nova mentalidade, ou como está na moda, um novo ‘mindset’ de prosperidade.
Esse mindset nos coloca numa posição de movimento e abertura para novas possibilidades de: negócios, carreiras, relacionamentos, rotinas, hábitos, e talvez essa seja a primeira pedra que precisamos para construir nossa nova base.

Como se preparar para uma mudança?

A verdadeira mudança começa em nós, de uma inquietude interna, individual e particular.
Ninguém nos ensinou, não consta de nenhum livro escolar, é parte de nós, formarmo-nos neste tema.

Sabemos quando precisamos de uma mudança, quando inconsciente nos dá sinais de que algo não está mais dando certo em nossas vidas, e é muito importante conseguir decifrar esses alertas para ter tempo suficiente de se preparar mentalmente para a mudança.

O medo sempre vai existir. Ele é necessário para nossa sobrevivência.
Seja qual for a situação; ou se o fator que nos faz querer mudar seja bom ou ruim.

Tenho medo de falhar e não conseguir o que quero?
Ou estou com medo de tentar abrir mão do que já tenho?
Consegui o que tanto eu desejava. E agora: será que dou conta?

Contemple tudo numa escala, de um lado estará tudo o que a nutre e acrescenta como ser humano, como mulher, e do outro estará o que continua a subjugar-lhe, sabotar-lhe e a consumir sua energia.

E, como você, querida Mulher-Maria, minha amadinha leitora, sabe tudo na nossa vida é fruto de nossas escolhas.

Eu lhe pergunto:

Qual lado a impulsiona mais?

Você é livre para responder, dependendo de sua situação.
Pode responder, eu não consigo mudar.

Lembre-se sempre de nunca se esquecer de lembrar que:

Transformar seu medo em motivação é o primeiro passo para conseguir deixar para trás o que você estava arrastando. Pense em algo novo. A vida é hoje.

E, pode, mesmo com um frio na espinha, dizer: o lado que me nutre.
Significa que você está dando ao medo o tamanho certo, levando de mãos dadas com sua coragem.
Isso mesmo, Mulher.
A vida é agora.

 

Agora que você chegou ao fim desse post.
Se você gostou, compartilhe com outras mulheres.

 

Vamos Mariar! 🦋

 

Assertividade

Dizer não é dizer SIM

Dizer não é dizer sim
Kid Abelha

Dizer não é dizer sim
Saber o que é bom pra mim
Não é só dar um palpite

Dizer não é dizer sim
Dar um não ao que é ruim
É mostrar o meu limite, é mostrar o meu limite

Pra não ter complicação
E completar a ligação
Basta sinceridade
Basta disposição

Dizer não é dizer sim
Saber o que é bom pra mim
Não é só dar um palpite

Não é preciso ficar inseguro
Não é possível concordar em tudo
Somos amigos e isso é um bom motivo
Pra gente ficar junto, pra gente ficar,
gente ficar junto

Dizer não é dizer sim

Mulher-Maria, assertividade é a capacidade de ser assertiva.
Ser assertiva é saber ser válida em tudo o que se posiciona.

Saber dizer não para o outro, pode representar dizer Sim, para você mesma.
Evitar se consumir, se contrariar, só para agradar ao outro.

Saber dizer sim para o outro, sempre que esse SIM seja mais que palavra, seja a sua realidade interna. Proporciona o estado do SER e do ESTAR no lugar certo, na hora certa com as pessoas certas.

Ah, as pessoas certas…

Estamos próximas ao 2º turno das eleições brasileiras para presidente e em alguns estados para governador.

Eis uma das fortes realidades onde a assertividade deve ser alicerce.
Devemos SER nós mesmos sempre, dizendo Sim, quando for Sim.
Não, quando for não.
Talvez, quando existir a – real – possibilidade de mudança.

Viver é fácil.
Conviver é aprendizado; é negociar as divergências; é educar, educando-se.
Somente assim, evita-se a criação de expectativas vãs, alicerçadas em mentiras.

É como diz a sabedoria: “Mentira tem pernas curtas. A verdade sempre aparece.”

Aproveite a sugestão, se fizer sentido para você e saiba que a Mentoria do Autoconhecimento é uma aliada neste processo de aprendizado da assertividade.

Nesses tempos que estamos vivendo, mais do que nunca devemos dizer: NÃO.

Diga não para fake news.
Diga não para a falta de MEMÓRIA POLÍTICA.

Diga não para a CENSURA.
Diga não para a violência.

Diga não para a corrupção.
Diga não para a diferença salarial entre homens e mulheres.

Diga não para a FALTA de ÉTICA.
Diga não para a injustiça.

Diga não para o PRECONCEITO contra a mulher.
Diga não para a falta de MEMÓRIA POLÍTICA.

Diga não para a manipulação da informação.
Diga não para tudo que limita sua integridade feminina.

Vamos às urnas, no próximo domingo, com a convicção de que estamos exercendo o nosso direito a eleger:
1. quem vai nos representar no Palácio do Planalto;
2. quem vai cuidar dos interesses do nosso estado;
3. quem possui valores morais próximos, iguais aos nossos;
4. quem mesmo que não seja o ideal, pelo menos não é manipulador;
5. quem você pode confiar que não repetirá os erros do passado;
6. quem assume que precisa melhorar na maneira de se expressar e comportar;
7. quem apresenta as melhores propostas para a Ordem e o Progresso do Brasil.


Pense com consciência. Decida. Vote.
Assuma a responsabilidade pelo desenvolvimento do país nos próximos 4 anos.

Vamos Mariar!🦋

Descanso leva ao sucesso

Por que você precisa descansar para ter sucesso?

Querida Mulher-Maria, você já deve ter ouvido outra mulher dizer:

“Eu tenho de dar conta de tudo!”

Convivemos há tempos com o equívoco sociocultural de que, para sermos: bem-sucedidas, amadas, respeitadas, valorizadas, precisamos estar continuamente nos movimentando, ocupadas, fazendo, dando jeito e empurrando.

Ufa! Essa mentalidade “Amélia” nos leva à sobrecarga, estresse e até burnout.

Ficam as perguntas:

Como podemos viver e ser nossos ‘eus’ criativos e produtivos, portanto bem-sucedidos, quando estamos sempre atoladas em tarefas?
Quando estamos recorrentemente existindo com emoções negativas de padrão vibracional baixo?

Os objetivos deste artigo são:

  1. a desconstrução dessa percepção de que Alta Movimentação equipara-se a sucesso;
  2. o destaque para a importância do descanso, quando falamos em produtividade, alta performance e realização.

Nosso vício: Estar ocupada.

É muito comum escutar no mundo e aqui, nas minhas jornadas de AutoConhecimento: “Trabalhei bastante e consegui realizar. Agora preciso determinar o que vem a seguir.”

E as Marias, minhas mentoradas, ficam apavoradas quando digo: “Calma. Curte este momento. Desfrute do sabor da sua conquista por mérito. Descanse. Recupere suas forças, antes de iniciar nova tarefa, projeto.

Esse desconforto consiste em demorar para entrar no looping, na maratona da próxima coisa. E, de verdade, o ‘x’ da questão não é precisar lutar pela próxima coisa. Não é isso não!

O desconforto habita em não ser rotulada de folgada, em não estar ocupada, assoberbada, sufocada em afazeres, em não saber qual é a próxima coisa.

Qual é a crença que nos foi ensinada?

Sucesso é igual a ocupação, sacrifício, excesso de atividades, ou seja, quando você não está ocupada, está em processo de fracasso, isso dá pânico real. Então, a ansiedade toma conta e – mesmo sem desfrutar da conquista – já está na tensão, no suor da próxima coisa – sem o merecido descanso.

O que eu estou falando lhe soa familiar?
Conhece alguém assim, talvez – até – intimamente?

 Se, por um lado, essa luta por mais conquistas, por crescimento faz todo sentido. Somos pessoas que entendemos a felicidade na forma de progresso.

Quando estamos crescendo, alcançando nossas metas, sentimo-nos em posição de Avanço, reconhecemos que possuímos um propósito profundo em nossa vida que se materializa em realização.

Por outro lado, quando nos determinamos a avançar e começar novo projeto, fase ou meta, imediatamente após a realização do último…

Olha que incrível, estamos verdadeiramente nos colocando em desvantagem!

Em nossa sociedade capitalista e consumista, o workholismo é celebrado, aplaudido. As pessoas que “fazem tudo”, “dão conta de tudo” merecem elogios e idolatria, porque enxergamos que esse é o ÚNICO caminho para ser uma pessoa bem-sucedida.

Eu lhe peço, querida Mulher-Maria, amadinha da Mel, por alguns instantes seja honesta com você e responda:

O que é o verdadeiro sucesso para você:

[a] Correr o tempo todo, tentando fazer tudo, sentindo-se exausta, estressada, sobrecarregada, sem nem ter tempo para desfrutar das suas riquezas, abundâncias, criadas potencialmente por você? (casa, sítio, casa na praia, área de lazer do prédio, Home-theater…)

[b] Sucesso assemelha-se a dirigir um negócio, administrar a carreira, viver com facilidade, permitindo-se ter tempo para aproveitar a vida, fora do trabalho, aproveitar como eu digo: “Com pompa e circunstância!” do seu sucesso, de tudo que a vida lhe permite criar?

Você sabia que pode descansar, mesmo quando está no meio da construção de seu negócio, finalizando o TCC, escalando seu plano de carreira no mundo corporativo, construindo uma família.

Pois sim, prepare-se que vou lhe contar como implementar algumas abordagens que vão auxiliá-la a afastar das compulsões, como por exemplo: tendências ao workholismo.

Use a chave para o sucesso: Descansar.

Quantas vezes você já ouviu a palavra Hustle [traduzindo agitação] ou as expressões acompanhadas de palmas fortes: “Vamooooo!” “Boraaaa!”

Serem usadas com expressões motivacionais, comemorativas e dignas de orgulho.

Ou – ainda – você escutando amigos, parentes, colegas dizerem com orgulho e positividade:
Está uma loucura aqui, sem tempo até para o banheiro!”
“Tenho tanto o que fazer que nem vejo as pessoas, lá de casa!”

Sendo clara, objetiva e direta como sempre o sou: Tudo bem turbinar a carreira, desde que se entenda a diferença entre: agitação intencional [Hustle intencional] e o Ocupada sempre (hastling).

Hustle Intencional representa que você está focada, comprometida com seu projeto, indica a clareza de seu objetivo, identificou os passos da jornada que a levarão em direção à conquista desse objetivo. Tem prazo para acabar.

Você tem clareza, alta vibração de energia, paixão ao realizar os processos e motivação natural. Configura-se como um estado temporário, contrariando o seu estado constante de vida.

Vamos a um exemplo:

Você criou um projeto, está trabalhando nele, porque faz sentido para a sua vida a realização. Você fica em dedicação total, energia e animação em alta, porque você está prestes a cruzar a linha de chegada. Ultrapassou! Realizou! Hora de descansar, desacelerar e saborear o seu prêmio.

Hustling é a necessidade de “estar ocupada”, por isso trabalhar longas horas, estando constante e completamente ocupada.

Por isso, que seu sobrenome passa a ser: estresse, sobrecarga, dispersão, fadiga, frustração, compulsão, ansiedade, depressão.

Se você está sentindo a necessidade incontrolável de se apressar consistentemente, você possui tendências workaholic e perfeccionistas.

Eu gostaria que você refletisse e respondesse a estas outras perguntas:

  1. Por que você sente que sempre precisa fazer algo, estar ocupada?
  2. Será que você QUER se manter ocupada, como uma válvula de escape para não pensar em si mesma?
  3. Para não encontrar seus fantasmas interiores?
  4. O que você mais teme, se ficar parada?

A verdade central para o seu sucesso real é o DESCANSO como parte vital do todo ciclo criativo.

O descanso não é apenas produtivo, por afastá-la do burnout, mas também por lhe permitir a oportunidade de se conectar intimamente. Entender suas necessidades internas, através do Autocuidado, viabilizando que você se destaque em todas as áreas da sua vida, por ser simplesmente VOCÊ:

Uma mulher inteligente, bonita, tranquila,
que se cuida, se ama primeiro e realiza projetos incríveis e admiráveis.

Eu sempre digo que, nós, quando crianças aprendemos pelo exemplo dos adultos que nos cercam.

Vamos aprender com a Adulta cujo poder é inquestionável.

 Mãe Natureza – Liderando pelo Exemplo.

Olhe ao seu redor, veja os exemplos que se destacam  para que você enxergue a importância do descanso.

Tudo em nossas vidas existe em ciclos.

A sociedade nos diz que as coisas são lineares, razão pela qual sentimos que precisamos alcançar um objetivo para nos sentirmos bem-sucedidas ou realizadas.

Quando você percebe o tempo e os projetos como ciclos, você passa a ter a clareza solar de que:

  1. Fazemos uma atividade de cada vez;
  2. Quando alcançamos algo, não acaba a nossa vida, ela continua fluindo e cumprindo o seu ciclo;
  3. Eis a importância do processo, por isso que Felicidade não é a chegada, mas o caminho, o processo.

A existência da Mãe Natureza – também – é cíclica, afinal estamos num planeta esférico e girando sem parar. Certo?

As fases lunares se repetem em ciclos. Estamos, hoje, na regência da lua minguante, as noites vão ficando mais escuras.

Nós, mais que ninguém, convivemos com nosso ciclo mensal de menstruação.

As estações do ano se repetem.

Perceba que, ao pensarmos em todas essas fases cíclicas, todas elas possuem algo em comum: Tempo para o descanso.

Vamos refletir sobre os ciclos e o descanso, exemplificando com as 4 estações:

Primavera: estação que estamos vivendo neste instante, ela é a época dos novos começos.
Acontece o renascimento da natureza, ela desperta como florescer das flores, novas borboletas.
É a energia de querer ter um novo começo, por exemplo: planejando a criação de algo novo, começando o esboço do seu Plano de Metas para o próximo ano.
Agora é um bom momento para iniciar esse processo!

Verão: época de vigor elevado.
As pessoas querem sair, estar fora, ao ar livre, aproveitando o tempo, sendo ativos.
No contexto profissional, é quando queremos tornar visíveis nossas criações. [Aquelas que foram planejadas na primavera].

Outono: momento em que o vigor começa sofrer uma queda e tornamo-nos mais introspectivas. Vamos para dentro.
Sabemos que o inverno em breve chegará, por isso guardamos e usamos com parcimônia a energia do verão.
No âmbito profissional, estamos prontas para nos concentrar mais e realizar os processos, o trabalho.
Um clima de nostalgia se faz presente e os sentimentos de saudade, de retorno dos relacionamentos acontecem.

Inverno: época de hipérbatos, ou seja, inversões.
Surge a necessidade de desacelerar, concentrar mais calor no corpo, descansar.
Ficamos mais sonolentas, morosas, isso acontece porque a energia da natureza se volta para as raízes.
É muito interessante que – nada cresce no inverno – a natureza fica adormecida, os pássaros ficam mais nos ninhos.
Essas precisam ser fortes para alimentar o tronco, as folhas, viabilizando as flores na primavera.
Por isso o inverno nos propicia confiança, resiliência de que a vida florescerá na primavera.

Como é harmoniosa e magnífica a natureza da qual fazemos parte!

 Ciclo de trabalho e descanso

Todos os projetos ou criações acontecem nas mesmas fases cíclicas, mesmo que esse fenômeno passe desapercebido por nós.

A primavera equivale à fase inicial de um projeto, onde você nasce para novas ideias.
À medida que as estações vão acontecendo em seu projeto, você vai passando em sua própria linha do tempo, mesmo sem correlacionar com as estações reais.
Seu projeto se encerra na energia do outono.

Logo depois de seu projeto ter se realizado, existe uma zona estéril, que corresponderia à energia do inverno: momento de descansar, recuperar energias.

Esta é a CHAVE-MESTRA!
Você usar este tempo para celebrar sua conquista e repousar.
Compreenda que não se pode semear o ano todo, o solo precisa de tempo para descansar, ser adubado, rejuvenescer, para que algo novo cresça novamente.

Durante o tempo dedicado ao descanso, quem está no constante estado de Hustling (agitação), não respeita esse momento e quer – imediatamente – avançar.

Como eu abordei há pouco, existe o desconforto por não estar em “atividade” “fazendo” “dando conta”.

Reitero, Querida Mulher-Maria, que isso não significa que você deve ficar como se diz no popular: ‘uma pamonha mal costurada no sofá.’

Vou ilustrar isso com a canção Ouro de Tolo do grande Raul Seixas:  Clique e escute.

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou o dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros por mês

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar um Corcel 73

Eu devia estar alegre e satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa

Ah! Eu devia estar sorrindo e orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa

Eu devia estar contente
Por ter conseguido tudo o que eu quis
Mas confesso, abestalhado
Que eu estou decepcionado

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto: E daí?
Eu tenho uma porção
De coisas grandes pra conquistar
E eu não posso ficar aí parado

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família no Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos

Ah! Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro, jornal, tobogã

Eu acho tudo isso um saco

É você olhar no espelho
Se sentir um grandessíssimo idiota

Saber que é humano, ridículo, limitado
Que só usa 10% de sua cabeça animal

E você ainda acredita
Que é um doutor, padre ou policial
Que está contribuindo com sua parte
Para o nosso belo quadro social

Eu é que não me sento
No trono de um apartamento

Com a boca escancarada, cheia de dentes
Esperando a morte chegar

Porque longe das cercas embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora dum disco voador

Descansar não é ficar “com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar” .
É o momento de ler novos assuntos, assistir filmes e séries, conversar com pessoas.
Esse tempo favorece ao seu cérebro novas sinapses neurais, que formarão novas ideias.

Permita-se fluir e você entenderá qual será o novo plano, estratégias.
Há tempo para você fazer tudo isso com calma, sem pressa, sem hustling a 110%, porque não é necessário.

Talvez você compartilhe da ideia de que seu Descanso é uma recompensa. Só que não!

Descanso não é uma recompensa

O que estou compartilhando com você é sobre como o descanso se encaixa – corretamente – dentro de um ciclo de projeto ou objetivo.

E, se não se encaixa, é porque:

  1. você não elaborou o projeto com as estratégias adequadas;
  2. você procrastina;
  3. você não está comprometida.

É imprescindível para a sua Saúde Integral que o descanso seja um hábito consistente em sua vida: no começo, no meio, no fim, após a realização do projeto.

Quando eu era bem jovenzinha, graças aos ensinamentos de meus pais, eu acreditava que o descanso fosse uma recompensa. Então, eu estudava, trabalha sem parada até que tudo estivesse feito.

Com a maturidade e os estudos em Neurociência, aprendi que “tudo” nunca será feito, estará terminado, enquanto eu estiver viva.

Em outras palavras, a nossa vida pessoal, nosso relacionamento afetivo, nossos vínculos fraternos não ficam parados nos esperando avançar e ser bem-sucedida no trabalho / negócio.
Eis um dos motivos, porque muitos relacionamentos se acabam, durante a escalada do sucesso.

Nossa vida reflete a maneira como utilizamos nosso tempo.
Descanso e diversão devem ser criados intencionalmente em cada fase, todos os dias.

Essa é a melhor maneira para você criar mais equilíbrio em sua vida; especialmente se você estiver se sentindo sobrecarregada, sugada, vampirizada pelo jogo tóxico da agitação.

Pare, identifique e analise quais são as coisas que – realmente – enchem você fora do trabalho.

Depois, identifique o que a reabastece de energia; seja socializando, seja contemplando a natureza, meditando, lendo…

Crie um tempo chamado como Auto Mimos, VOCÊ mimando a si mesma, estando com a família, praticando um esporte, tendo um hobby.

Quando sua lista estiver pronta, permita que essas atividades – também – ocupe seu dia a dia de maneira fluida, natural.

Entenda que, assim como não queremos planejar obsessivamente, também não vamos descansar exageradamente, porque senão terá efeito contrário, ao invés de relaxar, vai irritar.

Agora, você pode planejar blocos de tempo, desse modo você cria espaço para experimentar tudo, porque esse tudo é importante para você, para seu bem-estar, para a construção do seu sucesso.

Parabéns para você que chegou até aqui, refletindo comigo.
E, se você rolou para baixo para ler – apenas o final, aqui está uma síntese para ajudá-la construir novo hábito e seguir em frente com saúde.

  1. A movimentação/agitação assemelha-se a burnout. É energia desperdiçada, não sucesso.
  2. Você pode existir em uma temporada de agitação intencional, mas o descanso é um fator chave de sucesso.
  3. A mãe natureza guarda todos os segredos: ela pedala e nós a acompanhamos.
  4. O tempo de descanso faz parte de todo processo cíclico, seja no inverno ou no seu projeto.
  5. Descanso não é a promessa final, mas deve ter espaço na vida cotidiana.

Se esse conteúdo repercutiu em você, fazendo com perceba a sua necessidade de aprender como criar espaços para descanso, sem se sentir culpada. Só não sabe como fazer.

Venha conversar comigo, agende uma conversa gratuita pelo whatsapp!

Vamos Mariar! 🦋

Poder do diário

Como o diário me tirou do fundo do poço

Eu sei o que é chegar ao fundo do poço 3 vezes.
Aprendi a como sair dele todas as vezes.

Quando eu era menina, havia todo um estímulo para que eu escrevesse um diário.

Eu escrevia, ele era lindo com capa de couro e tinha – até uma chave.

Muitas meninas da minha época, anos 70, tinha esse hábito saudável.

Inclusive, quando Toquinho gravou a música O caderno de sua autoria com o sobrinho de Lupicínio Rodrigues, ela traduziu muito da representatividade que o caderno de anotações escolares e pessoais tem na nossa vida. Clique e ouça a canção.

Como diz a canção, com o passar do tempo… ‘Aquele’ diário com chave, passou a ser um caderno e a posteriori, uma agenda com poemas do Mário Quintana, Leminsky, Pessoa, frases do Guimarães Rosa… especial para que houvesse anotações pessoais.

Era bem interessante, porque tinha a frase/poema motivacional e no final do dia, eu registrava meus acontecimentos: dificuldades, dramas, conquistas, agradecimentos.

Até que parei de escrever consumida pelos compromissos pessoais e profissionais.
Parei de cuidar do meu interno.

Eu não tinha tempo de registrar minhas emoções e gratitudes, era um ano intenso, eu estava me preparando para noivar e casar, aliado a isso estava organizando as Bodas de Ouro de meus pais.

Tudo tinha cheiro de festa, de mudança.

De repente, como disse Carlos Drummond de Andrade: “No meio do caminho tinha uma pedra” e meu pai partiu para a eternidade, vítima de um infarto fulminante, 28 dias antes de celebrar suas bodas de ouro, 1992.

Quando me lembro desse momento, vem à minha mente a cena do filme: The Lion King, quando Simba chama, sacode o pai Mufasa, sem compreender que ele estava sem vida.

A filha não compreendia, que seu herói fosse mortal. Meu emocional estava ali – no chão – estraçalhado.
A psicóloga sim, entendia tudo, meu lado racional. Conflito interno, colapso emocional.

Eu cheguei ao fundo do poço.

Em meus dias de luto foram acrescentados: perda de voz, sono, fome e pausa na eliminação de fezes e urina. 1,2,3.7 dias.

Fui ao médico, não quis tomar medicamentos, eu me permiti sentir tudo intensamente e foi a melhor decisão, porque usei minhas forças para sair do fundo do poço e retornar para a superfície.

Foi nesse momento que reencontrei meu diário, na prática simples de registrar o que sentia, a maneira ideal de reorganizar meus sentimentos e pensamentos.

Em meus processos de Autoconhecimento, peço para que minhas Mentoradas organizem seus planos e de tempos em tempos que os reorganizem, para que eles possam levá-las de um estado a outro.

Pois bem. É o que voltei a fazer e nunca me esquecerei dessa decisão.

Foi o momento em que permiti que minhas ansiedades tomassem o controle total e pleno da minha vida; em contrapartida, foi o meu primeiro passo para tomar conta do meu bem-estar mental.

Este artigo é sobre isso.

De fora olhando para dentro, eu era o símbolo do equilíbrio e sucesso.
Eu era uma profissional de sucesso, agenda lotada de aulas magnas nas principais Universidades do país, atendimentos Vips, saúde impecável (atividade física3 vezes por semana, jejum 3 dias, meditação e oração constantes), na época não existia redes sociais, estamos falando de 1992 e mesmo que tivesse, não tenho o hábito de expor minha privacidade nas redes.

Se estou compartilhando com você este momento da minha vida é porque eu sei que essa partilha pode servir de ajuda para você, Mulher-Maria, em diversos momentos da sua história.

Para que você entenda – sem julgamentos – que todas somos vulneráveis e que podemos reconstruir nossa vida.

Mas, olhando no detalhe, eu estava dilacerada, frágil, ou como eu me refiro: “Desbussolada”.

A ausência de meu pai, a responsabilidade de cuidar da minha mãe, a casa que outrora tinha sempre visitas e reuniões animadas, ficou silenciosa.

Meu pai faleceu 19 dias antes do Natal, a casa toda arrumada para as festas, o freezer cheio das comilanças natalinas e para o Reveillon.

Eu e mamãe, ali, sozinhas.

Ela, sem seu companheiro de 49 anos e 11 meses, uma vida. Eu, sem meu papai, meu amigo, confidente e alicerce da nossa família.

Eu precisava de mim, de meu equilíbrio para retomar a vida, comecei a escrever meu diário e após 14 dias sem falar, comer, ir ao banheiro e dormir, fraca e corroída pela saudade, angústia, melancolia, tristeza…

Eu falei para minha mãe, vou tomar um chá e vou dormir, amanhã conversamos. Simples Assim. Só que não.

Eu tinha escrito um caderno universitário de 12 matérias… meus medos, meus anseios, tudo sobre mim.

Dormi profundamente por muitas horas.
No dia seguinte, levantei-me. Era como se eu estivesse num novo planeta Terra.

Tudo estava diferente, porque eu tinha mudado. Foi nesse meu primeiro período de luto que comecei a virar ‘gente grande.’

Ninguém tinha culpa de nada.
Cada um seguia sua vida.
Eu agora iniciaria uma nova jornada com minha mãe e a proximidade do casamento que não se realizou.

Tomar posse da nova vida, das novas responsabilidades e construir meu destino…

Comprei novo diário, do Mário Quintana e comecei a fazer os registros.

Até que em março de 93, meu noivo tem uma gripe terrível. Essa gripe persistente tornou-se pneumonia e o diagnóstico final veio em maio: câncer no pulmão inoperável, tratável paliativamente, foi um novo calvário, não foi surpresa, foi morte anunciada de uma pessoa jovem com tantos projetos a realizar.

Novo choque de realidade, dura, dinâmica.

E, no dia 10 de outubro de 1993, ele partiu para eternidade também.

Novo golpe na alma, mas como eu estava com o hábito da escrita diária, meu mundo em colapso durou menos tempo, eu já tinha uma vivência de dor profunda, essa nova doeu muito na alma, mas eu estava mais dona de mim, para trilhar o caminho de saída do poço.

Até hoje não consigo me lembrar completamente, os passos para retornar à superfície, sei que saí.
Estava com 40 kg, totalmente desnutrida, apesar de me alimentar.
Chorava muito, sentava-me na cama e escrevia meus pensamentos, traduzia a minha dor em palavras… naquele novo caderno-Diário. Adicionando a esta prática a respiração profunda, a oração.

Comecei a juntar as peças novamente, porque eu estava num diálogo interno comigo mesma, sem ignorar minhas fraquejas, fragilidades, vulnerabilidades infantis e próprias de crenças que diziam: “Quem vai cuidar de você agora, sem seu pai e sem o Alberto?”

E a resposta foi se desenhando: “eu mesma – do meu jeito.”

Comecei a cuidar do meu bem-estar mental.

Quando reflito sobre minha jornada paterna, eu penso faria diferente.
No entanto, sei que fiz o melhor por mim naquele tempo e espaço.
E, com essa experiência adquirida, comecei a escrever em meu diário, assim que cheguei do sepultamento do meu Amado Alberto.
Aliás, esse mesmo ritual foi reproduzido 20 anos depois, na partida de minha mãe, em 2013.

Todo luto precisa ser vivido?
Sim, cada pessoa precisa do ‘seu’ tempo para reorganizar seus pensamentos, sentimentos, atitudes e planos de vida.

Esse processo merece mais que paciência, ele necessita de RESPEITO, porque sua duração é individual, instransferível.

Nas 3 vezes que sofri o luto: fiz terapia, tomei florais, retomei a prática da meditação, a partir dos registros no meu diário.

Sim, querida Mulher-Maria, todo psicólogo – que se preze e valoriza seu trabalho – possui um psicólogo para pensar em suas dores. Se você conhece alguém que não tem, desconfie!

Como a prática da escrita manual pode ajudá-la.

Depois de constatar os impactos e os resultados positivos obtidos com o diário, eu queria aprender e saber mais.

O que eu descobri?

A terapia dos diários é realmente comprovada como ferramenta de ajuda, nos rituais de passagem.

Você sabia quem existem mais de 3 décadas de pesquisas sobre o apoio à “rotulagem de afeto” (ato de colocar seus sentimentos em palavras) e escrita expressiva?

Sim, existem. Para alguns grandes nomes nesse campo de pesquisa, vire-se agora para o Google e pesquise sobre: Ira Progoff, James W. Pennebaker e Kathleen Adams.

Sabe em que todos concordam em unanimidade?

A prática dos diários, ajudará você a sentir bem-estar, tanto no mental quanto no físico, em muitas, muitas maneiras positivas.

Quero mergulhar com você em alguns desses benefícios, dessas maneiras:

  1. Aliviar o estresse:

Algo a deixa estressada? Não me surpreende se você responder que sim.

O diário pode ser a ferramenta final de eliminação do estresse.

Quando exploramos nossas emoções, liberamos sua intensidade. Palavra por palavras, você pode deixar essa intensidade nas páginas do seu diário e fora do seu corpo.

À medida que escreve, começa a ter uma visão mais clara da ‘verdadeira causa’ do seu estresse e, a partir dessa visão, entender como minimizar essa tensão.

 Pergunte-se:
O que está me causando estresse atualmente?
É algo interno ou externo?
O que posso fazer para diminuí-lo?

  1. Navegar contra conflitos interpessoais:

Brigas acontecem e os diários podem ajudar. Escrever sobre nossos mal-entendidos com os outros pode nos ajudar a reconhecer o nosso e o ponto de vista dos outros. Dessa maneira, você começa a trabalhar através do conflito e encontra um espaço reflexivo e compreensivo sobre todos os ângulos da realidade.

 Pergunte-se:

Sobre o que é essa briga realmente?
Quais os pontos positivos e negativos das partes?

  1. Esclareça seus pensamentos e sentimentos:

Pensamentos e sentimentos reativos? Às vezes, eles correm sem freios não é mesmo?

Tudo bem, viu! Seus pensamentos e sentimentos são válidos do jeito que acontecem.

Agora, para que você evolua, é necessários que você os esclareça, para poder entendê-los melhor, tendo clareza solar do que é verdade e do que é invenção.

 Pergunte-se:
O que tenho em mente?
O que estou pensando é fato, ou minha mente está mentindo para mim (autossabotagem)?

  1. Tome decisões e construa confiança dentro de si mesma:

Escrever seus pensamentos e sentimentos é uma importante ferramenta de organização mental, de uma maneira que traga à tona o quadro geral, ou – até – uma nova perspectiva sobre você e o mundo. Esse é o tipo de autoconsciência – na tomada de decisões e resolução de problemas – tem um poder de construção de autoconfiança importante.

 Pergunte-se:
O que eu preciso agora?
Por que isso é importante para mim?
Do que eu preciso me libertar?

Quando você adiciona todos esses benefícios juntos, você verá que o diário pode melhorar a qualidade de sua vida em geral.

Eu lhe digo que o diário me ajudou a colocar minha vida de volta aos trilhos que eu determino, para chegar onde desejo.

Ajudou nas minhas inseguranças, dúvidas e ansiedades, para que eu lentamente e com segurança me levantasse.

Isso me empoderou dentro da minha própria mente verdadeira.

Muitas de minhas mentoradas pararam de ter ataques de pânico e passaram a controlar inclusive a depressão, obviamente que aliando o diário à mentoria do Autoconhecimento.

E, se você tem uma caneta e papel, recomento verificar essa prática por si mesma.
Talvez um caderno sem linhas, para que possa desenhar, fazer gráficos; pode ser pautado.
Usar lápis, canetas coloridas.

Você escolhe.
Seu cérebro agradece e caligrafia exercita sua sintonia fina de representação de si mesma.

Se você estiver interessada em iniciar a prática de  diário e quiser uma frase motivacional, entre em contato comigo, pois eu tenho um plano de saúde mental para exercícios diários guiados, visando ao seu bem-estar mental.

Vamos Mariar, porque sua vida é preciosa! 🦋

Autoamor é Autoestima

Como a Neurociência entende o AutoAmor?

Setembro amarelo é a oportunidade para a discussão sobre o suicídio, aproveito para inserir a questão do autoamor, segundo a neurociência.

A pressão das redes sociais para que a mulher esteja sempre dentro do padrão de beleza, de elegância, de posicionamento, de juventude, de sedução… viabiliza o acesso ao campo da vulnerabilidade feminina, podendo levar as mulheres a comportamentos extremos, tais como: anorexia, bulimia, depressão, suicídio.

Sim, a era dos Stories, Reels, Tiktok chegam num momento frágil para o público feminino geral, ou aquele que busca manter sua autenticidade, não cedendo à Ditadura da Moda.

Com a pandemia, muitas mulheres ficaram sem acesso a seus cabeleireiros, com isso os cabelos retomaram o padrão natural: alguns braquearam; outros encresparam; todos sofreram.
Isso sem contar com a pressão emocional: confinamento em casa, o fantasma da morte rondando a todos, as incertezas sobre o futuro ficaram mais evidentes, dificultando o lidar com seus sentimentos de forma construtiva.

Muitos relacionamentos terminaram, porque a convivência 24h, 7 dias da semana, por meses… evidenciaram o lado nu e cru de cada um.

E por que isso aconteceu, Mel?

Porque todas nós ficamos mais expostas em nossos relacionamentos, por sua vez sofreram a dificuldade de adaptação saudável.
Sim, a vulnerabilidade trouxe à tona a carência do autorrespeito sólido, facilitando os abusos, a violência doméstica.

Mulher-Maria, lembre-se sempre de nunca se esquecer de lembrar que:

  1. Você pode ser amada pela pessoa que você é.
  2. Você possui valor.
  3. Você possui vulnerabilidades.

Eu digo isso de maneiras diferentes em todas as minhas postagens, porque sinto que devo comunicar a você e contar que você compartilhe com outras mulheres, para ajudá-las a desenvolver segurança e autoamor.

Você pode dizer assim?
“Ah, Mel, aquela mulher é bonita, por isso que ela…” “
Eu não sou a… para ter autoestima.”

Eu lhe digo, amadinha da Mel, existe uma linha tênue entre a falta de autoestima e o excesso de autoestima mascarada.
Recomendo a atenção concentrada na essência.
Sugiro-lhe que encontre a sua verdade, a sua identidade, para reconhecer os seus valores, suas forças, seus pontos de melhoria, suas belezas, seus atributos ÚNICOS E INTRANSFERÍVEIS.

Eis o motivo importante para que você ouça e escute seus pensamentos, entendo quais deles:

  1. Estão contaminados com as verdades dos outros e causam-lhe dor, sofrimento, doenças e ausência de autorrespeito, autoamor, autoconceito, autoliderança positivos e reais;
  2. São verdadeiros edificantes e apontam para VOCÊ em construção contínua, sendo sempre sua MELHOR VERSÃO aos 30, 40, 50, 60, 70+
    Sem julgamentos, sem comparações, apenas você e a segurança de que possui o corpo, as emoções, os pensamentos, os sentimentos necessários para sua evolução.
    Por isso, você pode melhorá-los a todo instante, por ESCOLHA.
    Não porque alguém disse que…

E aí, você ou outra Maria pode me dizer:
“Ah, Mel falar é fácil, como eu faço isso, se em casa, na família só escuto o contrário?”

Querida Mulher, através do AutoConhecimento você aprende a conhecer a SUPER MULHER que existe dentro de você.

É um investimento pessoal de encontro consciente com a sua história, suas crenças, seu sistema familiar, a partir das suas atitudes, crenças e o sistemas de relacionamento atuais.
São momentos de atenção focada em você, encontros verdadeiros com sua LUZ e sua SOMBRA.
Unindo pontas, dando novo significado para vivências traumáticas, curando a criança, a adolescente, a jovem interior.

Sim, é isso que trabalho na Mentoria de Autoconhecimento, método Mariar!

Eu afirmo e asseguro-lhe que o seu  AutoAmor Autêntico não a impedira que fique triste, suscetível.
Entretanto, você encontrará o antídoto que vai ajudá-la a readquirir sua Saúde Mental, criando mecanismos de defesa contra a “opinião dos outros” e como se ajustar às diversas barreiras que surgem, conseguindo ultrapassá-las com facilidade.

Eu chamo de AutoAmor Autêntico, aquele que foge da indústria da Autoestima que fatura milhões promovendo uma autoestima superficial e breve.

Conheça as características de quem tem uma Autoestima superficial:

  1. Baseia sua identidade nos bens materiais, tais como grifes, marcas: carro, celular, roupas e sapatos, forma física e dinheiro;
  2. São fofoqueiras, difamadoras e ameaçadoras, praticam bullying. Sentem-se fortalecidas enfraquecendo as outras, são fúteis e não possuem empatia;
  3. Só conseguem se Autodefinir, através do marketing nas imagens propagadas, evidenciando seu status social, cultural, estético como sendo os parâmetros da Autoestima e felicidade;
  4. Precisam de palco e aplausos, por isso vivem em função de curtidas nas Redes Sociais;
  5. São as típicas ‘Puxa-Saco’, porque estão concentradas na recompensa instantânea, no egocentrismo;
  6. Parecem que estão sempre em cena, desempenhando um papel, por isso desenvolve personalidades artificiais;
  7. Têm necessidade de consumir substâncias químicas para aumentar suas sensações de prazer: bebidas, medicamentos, drogas;
  8. Tendem a abandonar estudos, projetos, relacionamentos duradouros, para viverem em função do momento;
  9. Quando estão sozinhas consigo mesmas, sentem-se vazias, solitárias, tristes, deprimem com facilidade.

Contrariando esse Padrão tristonho… o AutoAmor Autêntico emerge com o equilíbrio emocional-cognitivo que faz com que você:

  1. Se sinta bem consigo mesma [você é sua melhor companhia sozinha e uma excelente companhia em grupos];
  2. Consiga ter serenidade para resolver suas dificuldades [foca sempre na solução, não no problema;
  3. Conheça seus pontos fortes, por isso os usa para desenvolver a AutoConfiança;
  4. Ame quem você é e sabe que pode melhorar sempre a sua Melhor versão;
  5. Corra riscos calculados, porque avalia as consequências a curto, médio e longo prazo;
  6. Invista em Auto e conhecimento, lazer, medicina preventiva, atividade física, relacionamentos saudáveis;
  7. Reconheça sua jornada evolutiva: aprende com os erros, celebrar os acertos e caminha em direção ao seu estado desejado;
  8. Assuma a responsabilidade pela sua história, por suas ações, palavras, sentimentos, pensamentos;
  9. Seja capaz de compartilhar o seu melhor com outras pessoas, sem criar expectativas de retribuição;
  10. Aja segundo seus valores morais e éticos sem esperar os aplausos;
  11. Viva em congruência com sua essência, sem julgamentos, desenvolvendo a empatia.

Você sabe como a neurociência está presente no seu processo de autoconhecimento,
para ajudar a desenvolver o AutoAmor?

Vou lhe contar no detalhe, tintim por tintim:
AutoAmor é uma interação emocional-cognitiva que é desenvolvida em nós, ela existe entre o córtex frontal e as áreas límbicas do cérebro.
Vamos construindo as nossas redes neurais, ou seja, as trilhas neurais, também conhecidas por sinapses neurais que – no popular – o nosso repertório de informação sobre AutoAmor, através da linguagem (captada pelos sentidos, palavras), da reflexão, do apoio em aprendizagens que vamos tendo ao longo da nossa história, desde o útero.

É através dessas vivências, que nosso cérebro vai se tornando confortável com quem somos e o AutoAmor é desenvolvido pela linguagem (corporal, verbal, intuitiva), pela modelagem (aprendemos pelo exemplo das pessoas com as quais convivemos, ou seja, o autoamor que nossos pais possuem são modelos para nós) e avaliação (a maneira como nossas atitudes são avaliadas pelos outros).

Lindo isso, né!
Delicado isso, não é mesmo!?
Quanta responsabilidade temos perantes as crianças e adolescentes.

Somos o resultado de tudo isso.
Por isso, escuto muito das minhas mentoradas, no início da Jornada: “Eu não consigo, não mereço, não tenho AutoAmor.”

Quando vamos evoluindo na jornada, vamos entendendo que os modelos também não possuíam, por isso não souberam ser exemplos de Autoamor.

Você sabia que o objetivo do nosso cérebro é se manter VIVO?

Isso mesmo.
Nosso cérebro quer viver e ele se mantém vivo, através da constante presença de um SENTIDO POSITIVO do EU.

Eu entendo que você, eu, todo ser humano quer ser validado, aprovado pelos outros que fazem sentido, agregando valor à nossa vida.

Agora, para que isso aconteça, precisamos ter bem desenvolvidos: segurança emocional e AutoAmor Autêntico.

Como você pode observar isso nas outras pessoas e em você?
Quando você enxerga pessoas:

  1. Agindo com integridade, responsabilidade, harmonia psicológica, sinceridade e consistência. Você sabe que pode confiar nelas, na alegria interior e no orgulho real que sentem por suas histórias;
  2. Construindo laços emocionais e guardam nas memórias diversas vivências de afirmação positivas;
  3. Respeitando os outros em sua diversidade;
  4. Rindo de si mesmas, com um humor sempre saudável, positivo;
  5. Procurando ajuda para se: desenvolver internamente (processos de autoconhecimento), espiritualmente (representantes religiosos); manter saudáveis (médicos, dentistas) e dialogando com os amigos e familiares para compartilhar suas experiências;
  6. Motivadas pela vida pessoal, profissional, empreendedora, intelectual, espiritual;
  7. Sendo responsáveis pelas próprias vidas;
  8. Assumindo as consequências de suas escolhas.

Querida Mulher-Maria,
você pode e merece desenvolver seu AutoAmor Autêntico.

Comente o que fez sentido para você.

Autoestima

Espelho, espelho meu

Eu me amo.
Eu me amo.

Não posso mais viver sem mim!”
Roger, Ultraje a Rigor

Todas as vezes que ouço essa canção, sucesso no século passado, o tema AUTOESTIMA irrompe.
Sempre digo, farei um texto sobre esse tema. Hoje, eu decidi e aqui estamos.

Qual a definição de AutoEstima, AutoAmor?

Primeiramente, autoestima é o julgamento, a maneira como cada um aprecia, enxerga, constroi de si mesma, ou seja, quanto você é capaz de amar a si mesma.
Saiba que o melhor caminho, para que você possua uma auto-avaliação positiva é o autoconhecimento.

Através do autoconhecimento, quer pela psicologia, quer pelo Coaching, você terá ciência dos seus aspectos positivos, fortes, edificantes e dos aspectos de melhoria, aprenderá a valorizar suas virtudes.

Os encontros semanais para você CONHECER A MULHER QUE VOCÊ É DE VERDADE, viabilizam esse diálogo interior, essa permissão diante de sua rotina, para falar, pensar sobre você mesma com a finalidade de ser um empreendedora da própria vida, voltando-se para o próprio Self, a essência de si mesma, resgatando sua Identidade Feminina e Sagrada.

Quais os problemas consequentes de baixas taxas de autoestima?

Quando você reconhece seu mundo interior, torna-se mais apta para enfrentar e vencer os obstáculos e desafios cotidianos, conhecendo seu potencial interno para resistir, sua coragem para empreender e sua determinação, para vencer.

Com esse conhecimento, evita as crenças limitantes, conhecidas como armadilhas caracterizadoras da baixa autoestima, por exemplo: insegurança, perfeccionismo, dúvidas, falta de confiança em si mesmo, medo de errar, busca incansável por reconhecimento, pertença e aprovação.

Ao se fortalecer, você resiste bravamente a todos os fatores desencadeantes da queda da autoestima: crítica e autocrítica, culpa, abandono, rejeição, carência, frustração, inveja, timidez, raiva, medo…

Essa capacidade de auto-amar forma-se na infância, baseia-se na educação e no relacionamento afetivo com os familiares, amigos, educadores.

O ambiente e o contexto evolutivo de uma criança é imprescindível na edificação ou destruição da confiança da criança em si mesma.

Exemplo comum na infância de muitas pessoas:

I) Pais tornam a criança uma pessoa dependente, ela pode acreditar em falsas crenças (verdades individuais), proporcionando baixa autoestima.

Em Psicologia, auto estima abrange o que se chama de crenças auto-significantes:

“Eu sou inteligente/burro”, que agregam sentimentos idênticos: “segurança/insegurança” construindo traços de comportamento coerentes: “comunicativo/timidez”.

II) Pais depreciam a criança com ironias, zombarias, atitude de exposição ao constrangimento, sua autoestima será naturalmente inferior.

III) Na escola e nas amizades, durante brincadeiras essa situação pode também se apresentar, reforçando esse sentimento de insegurança.

Todo ser humano tem capacidade inata para o aprendizado, sendo produtiva pedagogicamente, contribuição importante e automática para a autoestima.

Nessa relação com a esfera educativa, inclui o relacionamento com colegas.

Quando crianças, somos influenciáveis e moldadas pelas pessoas com quem convivemos, principalmente a figura dos pais, alicerce e modelo de comportamento, porque é a imagem na qual nos refletimos e como os quais formamos os primeiros laços de amor e ódio.

Essa realidade pode acontecer em todos os vínculos sociais, reforçando a baixa ou alta presença da autoestima, ao longo da vida.

Como melhorar a autoestima?

Não é uma fórmula mágica, mas caminhos viáveis e comprovados que elevam a autoestima:

  1. Autoconhecimento: psicoterapia, coaching e Mentoria.
  2. Cuidados com a aparência: cabelos, pele, dentes, roupas, higiene, saúde são importantes, pois geram prazer em olhar no espelho.
  3. Valorizar seus pontos fortes, suas virtudes e empenhando-se para minimizar os pontos de melhoria.
  4. Obter aprendizado com as vivências da vida.
  5. Desenvolver a capacidade de amar-se, cuidar-se, valorizar-se, zelar pela própria saúde em primeiro lugar.
  6. Escutar a intuição e crer na sua capacidade e merecimento para ser feliz, ser amado, ser livre financeiramente, ser promovido.
  7. Desfrutar de todos os prazeres da vida, lazer, hobbies, desde que façam você você feliz.

Quando a autoestima se eleva, quais as consequências?

Quando você tem um bom nível de autoestima sabe receber com naturalidade os elogios e afetos, aprende a retribuí-los.

Sua ansiedade diminuída, obterá mais coerência em seus sentimentos, em seus pensamentos, palavras e ações.

Você reconhece seu lugar, seu valor pessoal, evitando a necessidade de aprovação alheia, sendo flexível, autoconfiante, sua produtividade profissional ficará mais evidenciada e você sentirá um equilíbrio no seu mundo interno expresso no mundo externo.

Faz sentido para você Melhorar sua Autoestima?

Vamos Mariar, porque a vida é preciosa. 🦋

Relacionamento

Se deixar “a vida levar”, seu relacionamento acaba!

Quando o assunto é Relacionamento
– Negociar as Divergências é imprescindível


sugere para esta semana o filme Prova de Fogo.

Muitas vezes, no cotidiano a dois, com o intuito de que “dure para sempre”, as pessoas começam a se distanciar de si mesmas e isso cria ruídos e distanciamento entre as partes.

Todas nós passamos pela dificuldade de acreditar que nossas ações são SEMPRE corretas e O MELHOR para nós e para o outro.
Só que, nem sempre o nosso MELHOR, ‘está sendo mostrado da maneira correta, ou adequada para nosso companheiro.

Diante da rotina, a busca pela estabilidade financeira, a corrida pelo sucesso profissional – muitas vezes – fazem com que o relacionamento seja colocado num contexto decorativo – um aquário.

Ele existe, está lá, você olha toda hora, mas não percebe que ele necessita de cuidados básicos: limpar a água e o vidro, alimentar os peixes, regular o PH.

Fica claro que você tem de se dedicar diariamente ao seu relacionamento?
Nem sempre.

  • Começam os silêncios intermináveis,
  • as discussões longas por questões cotidianas,
  • gelam os carinhos e
  • as duas histórias que caminhavam paralelas, começam a encontrar rotatórias.

O que – a princípio – era apenas um espaço definidor de território, tornam-se canteiros e, sem perceber, a sua pista torna-se única e vê que surgiram novas faixas marginais.

O que essas duas métaforas estão nos dizendo:

  1. Que o relacionamento necessita de atenção full-time, baseadas no diálogo constante sobre todos os temas que envolvem as duas pessoas e o casal;
  2. os carinhos; as gentilezas; os planos para o futuro; o lazer a dois, familiar e com amigos.

Desse modo seu relacionamento fica blindado de influências externas (talvez até familiares, amigos, estranhos que possam servir de pedras para o bem-estar e harmonia do casal).

Meus pais foram casados por 49 anos e 11 meses, pude contemplar discussões.
Minha mãe falava alto; meu pai ouvia calado, quando ela terminava, ele falava baixo, pouco e fim.
Ela abaixava o tom, a conversa ia longe.

Pouco tempo depois, estavam lá de papinho e brincadeiras.
Quando a eternidade o levou, ela adoeceu, emudeceu, já não falava mais alto, perdeu o brilho.
Viveu ainda mais de 10 anos, porque seu propósito passou a ser cuidar de mim.

E, sempre que via eu e meu marido em discussão, falava:
“A vida com meu véio, me ensinou que tudo tem jeito.
Conversem, exponham todas as ideias, cheguem a um denominador comum.
Somente aí, vão fazer as suas coisas e dormir!
Eu já estou indo para o meu lugar.”

Se afastava, ia para o seu quarto e lá ficava até que um de nós a procurasse.

Quanta sabedoria de vida!
Minha mãe estava SUPER adequada em seu posicionamento.

O tempo pode ferver num casal, o volume pode ser alterado, as palavras podem subir e descer de nível, mas o alicerce do casal devem manter-se inalterado, porque apenas a VERDADE do AMOR garante a estabilidade da união.

Lembre-se Mulher-Maria:
Quando ele ferver, mantenha a calma e seja a água fria.
Quando você começar a ferver: Pare. Faça uma Pausa. Respire. Beba água. Retome seu equilíbrio.

Aprendi com meus pais. Aprendi com a vivência de 28 anos de relacionamento.
As ciências do comportamento e da saúde mental ensinam que apenas 3 atitudes cotidianas podem salvar seu relacionamento.

Atitude 1: Diálogo constante.

  1. Expor as dúvidas, as inquietações, os receios diários, viabilizando que o outro possa ouvir e enxergar de fora as suas questões, desse modo pode sugerir análises e posturas oportunas.
  2. Sobre a vida pessoal: expectativas, planos e metas, receios.
  3. Sobre a vida a dois: planos, sonhos, os desejos, as dúvidas.

Atitude 2: Autenticidade.

  1. Ser você mesmo sempre, expondo a sua verdade, flexibilizando-se para evoluir.
  2. Respeitar o seu espaço e o espaço do outro, para que ambos possam dialogar e compartilhar as verdades individuais.

Atitude 3: Criatividade.

  1. Seja livre ao lado da pessoa escolhida.
  2. Sejalivre, longe da pessoa escolhida.
  3. Surpreenda-se  e surpreenda o outro e com o outro.

Por vezes, diante das dificuldades, o casal esgota as tentativas para construção de um relacionamento seguro e harmonioso, mas continua repetindo as mesmas reações equivocadas, movidas pelo revanchismo, pela arrogância…

Isso acontece tanto no nível mental quanto emocional, esgarçando o relacionamento, podendo levá-la ao total rompimento do vínculo respeitoso, fraterno, amigo que alicerçou o seu relacionamento.

Existem muitas alternativas, para o resgate de todo relacionamento, desde que ambas partes estejam – ainda – olhando para a mesma direção.

Negociar as divergências significa que alguém no casal, precisa começar a mudança interna para que essa mudança se expanda e transforme tudo ao seu redor, inclusive a outra parte do casal.

Este filme diz muito sobre isso. Clique e assista ao Trailler. 

Talvez você conheça alguém, ou um casal que precise conhecer estas dicas.

Faça isso, compartilhe!

Vamos Mariar, porque a vida vale a pena! 🦋

 

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12 Atitudes para criar um ambiente doméstico que apoie sua saúde e bem-estar

Você sabia que o ambiente da sua casa desempenha um grande e
importante papel na sua saúde e bem-estar?

Quando você tem uma casa desorganizada pode fazer com que você se sinta lenta e cansada.

Alguns produtos domésticos comuns e de uso diário criam poluentes do ar interno de nossos lares e que podem causar sintomas semelhantes a alergias.

Limpar os ambientes da nossa casa trará efeitos positivos na sua saúde física e bem-estar mental.

Mulher-Maria, continue lendo para
aprender as 12 atitudes de limpeza do seu ambiente doméstico,
para que o seu lar, sua casa possa apoiar sua saúde e bem-estar.

1. Preste muita atenção à qualidade do ar no interior da sua casa.

Abra as janelas regularmente, permitindo que o ar fresco entre. Talvez investir em um purificador e/ou umidificado de ar para reduzir ao mínimo os poluentes do ar interno, assim como umidificar o ambiente nos tempos secos.

Pense na possibilidade de colocar uma variedade de plantas em casa, aquelas que removem as toxinas do ar, liberam oxigênio e umidificam o ar, o que é bom para a pele.

A presença de plantas de interiores é uma maneira simples de trazer os efeitos calmantes da natureza, para dentro de casa e essa companhia verde – ainda – pode reduzir o estresse e a ansiedade.

Tipos de plantas: Lírio da paz, Espada de São Jorge, Jiboia, Palmeira-ráfis, Palmeira-bambu, Hera Inglesa, Tamareira -anã, Antúrio.

 

 2. Use velas aromáticas de sopa.

As velas perfumadas – geralmente – são feitas com cera de parafina à base de petróleo, que emite produtos químicos potencialmente perigosos que podem levar a riscos à saúde, tais como: câncer, alergias e asma.

Mudar para velas limpas melhorará drasticamente a qualidade do ar interno.

3. Evite produtos de limpeza à base de produtos químicos pelo naturais.

Alguns dos produtos que temos em nossa dispensa são à base de produtos químicos, causam irritação na pele ou nas vias respiratórias, olhos lacrimejantes ou até queimaduras químicas.

Estudos mostram e comprovam que a exposição a longo prazo a esses produtos químicos pode levar ao câncer.

Comece a usar produtos de limpeza doméstica feitos com ingredientes seguros, tais como: Vinagre, Bicarbonato de sódio e óleos essenciais.

4. Esteja ciente da poluição luminosa e dos distúrbios sonoros durante a noite.

Esses distúrbios podem atrapalhar a qualidade do seu sono.

Faça um inventário do seu quarto à noite, veja quais medidas você pode tomar para reduzir o ruído e a poluição luminosa, enquanto dorme.

Segundo estudos, a luz indesejada e o ruído externo podem afetar negativamente o sono e resultar em privação do sono, que leva à fadiga, aumento da resposta ao estresse e ganho de peso.

5. Limpe sua despensa, geladeira e freezer.

Evite a compra e permanência de todos os alimentos que não apoiam a seus objetivos de saúde.

Se uma opção não saudável estiver disponível, a probabilidade de você comer é maior, já fora da vista é melhor.

Preencha o espaço criado com opções saudáveis que apoiam o seu bem-estar.

 

6. Dê um lar seguro e responsável a um animal de estimação.

Você sabia que a presença de um animal de estimação está associada a diversos benefícios positivos à saúde, tais como: melhora o humor, diminui a pressão arterial, redução do risco cardiovascular?

Ter um amigo peludo mantém a energia circulando em casa, é um companheiro amoroso, estimula a sua responsabilidade com as necessidades dele, tais como: alimentação, hidratação, vacinas, brincadeiras, afeto.

 

7. Comece a filtrar a água em sua casa.

A presença do filtro de água garante que sua água não seja contaminada. Existem diversos tipos: dos mais sofisticados até o tradicional de barro. Tenho aqui em casa, filtro na entrada da casa e de barro para consumo.

Embora a empresa de água e saneamento básico local filtre a água da torneira, ela – ainda – pode conter contaminantes em potencial, como: chumbo, cloro, pesticidas.

Obter um filtro, como um jarro que vai para a geladeira, ou um que se prende ao chuveiro, pode ajudar a remover esses contaminantes.

 

8. Armazenagem de alimentos com cuidado.

Use recipientes de vidro para guardar seus alimentos.

Muitos dos recipientes de armazenamento de plástico tradicionais contêm Bisfenol A – também chamado de BPA, que é prejudicial, por pertencer a uma classe de produtos químicos chamados Ftalatos, um desregulador hormonal que pode levar a um risco aumentado de: diabetes, doenças cardíacas e fígado.

Recipientes de vidro são bons para armazenarem e reaquecerem os alimentos.

 

9. Arrume você a casa.

A desordem se acumulou, lentamente em todas as partes da sua casa?

Pode ter consequências negativas na sua saúde e bem-estar. Essa desordem, desorganização tem o poder de drenar sua energia, criar névoa cerebral, aumentar o estresse e abrigar poeira, mofo e bolor que são difíceis de limpar.

Para evitar sobrecarga: agende um horário regular a cada semana para organizar, talvez: sábado, domingo à tarde.

Defina um cronômetro e faça o máximo que puder nesse tempo.

10. Recicle os excessos.

Doe, venda ou livre-se de coisas que não lhe trazem mais alegria.

Dentre essas coisas, podem haver emoções, traumas e situações de desamor que se refletem no acúmulo de coisas em sua casa.

Se houver itens em sua casa que não são mais úteis, ou que você não caiba, que não deseja mais, deixe-os ir, dessa maneira poderão alegrar outras casas, pessoas.

Tudo o que você possui em sua casa deve gerar sentimentos positivos e um sentimento de gratidão.

Faça um inventário do que manter, jogar fora ou doar.

Ajuda muito, fazer caixas claramente designadas ou caixas rotuladas de doação e remessa.

Tenha-as facilmente acessível, como na lavanderia, para que você possa designar com eficiência um item não utilizado adequadamente.

 

11. Limpe dos balcões da cozinha.

Eletrodomésticos, condimentos, alimentos e produtos de limpeza devem ser guardados em armários ou prateleiras.

A cozinha é o coração da casa.

Reserve um tempo para organizá-la para que você tenha um espaço visivelmente limpo que promova a calma e a motivação para cozinhar.

Passe 10 minutos, no final do dia, arrumando a cozinha para que a bagunça não se acumule novamente.

 

12. Crie espaços de bem-estar em sua casa.

Ter seus pequenos espaços de bem-estar fará você se sentir saudável, calma e nutrida.

Por exemplo: seu quarto pode ter um cantinho de meditação com algumas velas, cristais, lembranças especiais; uma mesa com o seu livro sagrado.

Sua cozinha pode ter um armário ou gaveta especial apenas para seus superalimentos favoritos e suplementos.

Sua sala de estar pode ter uma almofada aconchegante ao lado de uma pequena mesa para escrever um diário com uma planta em cima e alguns óleos essenciais de que você gosta.

O objetivo é criar espaços de bem-estar e fazer com que eles a incentivem a investir em seu bem-estar todos os dias.

Mulher-Maria, tire um tempo para pensar sobre onde a ‘bagunça’, a
qui chamamos de ‘desordem’ se acumula em sua casa.

Comece com uma área e consulte estas sugestões para ajudá-la a continuar.

Organizar espaço por espaço, ou cômodo por cômodo é muito mais produtivo do que tentar lidar com toda a casa ou apartamento de uma só vez.

Uma casa arrumada é muito mais fácil de manter e você notará que ganha eficiência ao longo do dia, porque as coisas são mais fáceis de encontrar, sua mente está clara e seus hormônios do estresse estão sob controle.

Você merece se sentir melhor e criar um ambiente doméstico que apoie sua saúde e bem-estar é um ótimo lugar para começar!

Vamos Mariar, porque a vida vale a pena! 🦋

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AutoCuidado Emocional: Estabelecer Limites

vida financeira

Vida Financeira e Constelação Familiar

Você já pensou que
sua dificuldade financeira pode estar
vinculada a conflitos familiares?

Eu conheço diversas pessoas que não conseguem ganhar dinheiro na vida profissional (carreira ou empreendedorismo), sabe por quê?

Existem possibilidades muito importantes e recorrentes?

  1. Porque estão vivendo um emaranhado familiar, parecendo aquele novelo de lã que os fios ficam entrelaçados e dão nós, que são difíceis de desmanchar. Porém, é possível.
  2. Porque, apesar de adultos, estão vivendo na posição infantil, esperando que tudo aconteça, que a promoção caia no seu colo, os clientes venham até seu negócio e comprem seu produto.

Você é uma pessoa adulta e deve posicionar-se de modo congruente a essa realidade, ou seja, assumindo as consequências de suas escolhas. Isso se chama Autorresponsabilidade.

Por isso, Mulher-Maria, amadinha da Mel:

  • Ouse ser disciplinada e seguir o plano estratégico evolutivo, gera força suficiente para você construir um patrimônio financeiro (dinheiro não se ganha, trabalha-se e conquista-se);
  • Seja grata pela vida, pela sua história e pela história de seus pais. Afinal, seu pai – através do sêmen impulsionou o óvulo de sua mãe para que a SUA vida acontecesse. Sua mãe permitiu que você habitasse dentro dela por 9 meses, concedendo-lhe a vida.
  • Vença as barreiras das queixas, das cobranças em relação aos seus pais!
    Talvez, você já tenha ouvido ou dito expressões do tipo: “Minha mãe não me deu…” “Minha mãe me deu para adoção.” “Meu pai não me deu seu nome.” “Meus pais não me deram…” “Na minha casa nunca teve….”
    FUJA desse ciclo vicioso de lamentação, essa postura… que vou chamá-la de “Mimo Infantil” – que sempre fica esperando que o mundo, outras pessoas, a empresa, o governo, o país lhe “dê algo”, ou seja, supra suas expectativas e necessidades físicas, emocionais, financeiras, espirituais.
  • VÁ ALÉM. Quando você sai desse ciclo vicioso, você entra no ciclo Virtuoso, porque você descobrirá sua força para seguir adiante, conquistar o que deseja.
    Você não é prepotente, nem fica aprisionada ao passado: “se fosse…” “se tivesse acontecido…” “se eu tivesse…” – pelo contrário, você usa sua força manifestada em competências, habilidades para construir um novo caminho, uma nova história. Você pode e merece trilhar de uma forma diferente a sua jornada pela vida, independente se nos seus documentos consta idade: 20, 30, 40, 50, 60, 70+.
    Minha mãe partiu para a eternidade com 92 anos, meu pai com 74 e meu avô paterno com 103 e eles possuíam planos de vida, mesmo que fosse para o ano, o mês, a semana seguinte.
    Um exemplo incrível, é a Ilma. sra. Fernanda Montenegro, 92 anos, agora – Imortal na Academia Brasileira de Letras, que ao assumir sua cadeira, falou de seus planos, já que na academia possui um palco.

Ser uma Mulher Adulta não é esperar mais nada dos pais.
É sentir a força deles presente em você, mesmo que estejam na eternidade.
É sentir-se enriquecida pelo BEM que recebeu deles: a vida e estar sempre pronta para conquistar o que não recebeu, independente do motivo.

Porque esteja certa:

Seus pais fizeram O MELHOR
que puderam e souberam fazer por você,
dentro da limitação humana que eles enfrentavam.

Mais que olhar.
Mais que ver.
ENXERGUE sua vida, sua existência com amplitude.
Se houver trauma, vamos curá-lo; se houver drama, vamos entendê-lo para superá-lo.

Busque viver a FELICIDADE, essência em todo ser humano, assim você encontra prazer e diversão na sua vida pessoal, na carreira profissional, nos negócios, nos relacionamentos, enfim, em tudo o que você desempenha.

Evite julgamentos de quaisquer formas!

Não existe uma receita pronta, para você resolver problemas e conflitos pelos quais você esteja passando. Existe uma JORNADA EVOLUTIVA de AUTOCONHECIMENTO, um mapa a ser percorrido e que – aos poucos – vai trazendo conhecimento e soluções para todas as dificuldades, problemas, dramas, barreiras, traumas.

A Constelação Familiar é uma ferramenta, cabe salientar que não é para todas as pessoas. Muitas Marias me procuram para constelar, acreditando que terá um final feliz e instantâneo.

Eu sou clara, objetiva e direta ao dizer:

“Mulher-Maria, nem sempre o que sua Alma busca é somente o alívio,
que a constelação traz com a verdade e ausência de expectativas e projeções.”

Na Constelação, você alcança níveis profundos de consciência que trazem um progressivo alívio, sem imediatismos, porque é no compasso da sua Alma com sua postura, ao agir segundo a consciência que vai adquirindo no processo.

Consciência que lhe propicia TOMAR para SI seu pai e sua mãe, como energias positivas, construtivas, prósperas, proativas, milionárias e com essa POSSE consciente, usar essa energia para FRUTIFICAR SUA riqueza em todos os setores.

Faz sentido para você?

 

Faça a sua vida valer a pena.

Vamos Mariar. 🦋

Um abraço fraterno de Maria para Maria. 🌻

 

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Menopausa: 3º Salto Quântico Feminino

Menopausa é um evento fisiológico, normal na vida da mulher.
O 3º salto quântico que traz nova mudança no estilo de vida.

1º Salto Quântico – Despertar do Feminino:
Adolescência
acontece por volta dos 11 anos.

Quando nossos hormônios começam a trabalhar intensamente, nosso corpo vai se arredondando e somos surpreendidas pela menarca, 1ª menstruação.

O despertar hormonal muda nossa vida; altera nossas emoções; preenche-nos com novo sentido para a vida: podemos GERAR vida.

É uma hipótese que pode ou não ser realizada, mas sabemos e sentimos que isso com naturalidade.

A adolescência e a juventude são fases ruidosas.

A primeira é o treino para ser Mulher; a segunda constitui o primeiro passo da Mulher, com independência intelectual, profissional, social.

2º Salto Quântico – Viver Feminino:
Maternidade
surpreende-nos ou é fruto de planejamento.

Engravidamos, gestamos, parimos, amamentamos uma nova pessoa.

Um processo que obedece a fases determinadas.

Novamente, nossos hormônios mudam nossa vida, nossas emoções e pensamentos ganham novo sentido para a vida: Maternidade.

Fase da Mulher de conquista, de decisões.

Ser mãe não é estado, apenas é para sempre.

Os filhos crescem, envelhecem e sempre merecerão o mesmo cuidado e amor maternal.


3º Salto Quântico – Ressignificando o Feminino:
Menopausa
acontece por volta dos 50 anos de idade, é quando nossa menstruação cessa.

Nossos hormônios ficam descontrolados.

Os ovários deixam de produzir os hormônios do ciclo menstrual, estrogênio e progesterona, esse período é chamado de climatério.

Deixamos ser férteis. Não podemos mais gerar pessoas.

Emoções diversas. Sentimentos novos. O corpo mudando.

Fase da Mulher de reconhecimento, de novas decisões.

Por que o Corpo Muda na Menopausa?

 Muitas de nós, passam pelo climatério com alguns desses sintomas:

  • Fogachos – ondas de calor e sudorese noturna (eu tenho demais! Acordo suada e, de repente, seca);
  • Mudança no padrão do sono (insônia e/ou sono fácil);
  • Secura vaginal (pode ser resolvida com o Pompoarismo e lubrificantes);
  • Diminui a libido (é como se, por não poder procriar, não “precisa” mais fazer sexo e o prazer é desmerecido);
  • Sintomas depressivos (choro fácil, tristeza, perda de interesse por atividades).

 Menopausa não é DOENÇA

Para garantir qualidade de vida para as mulheres, existem terapias que ajudam na melhoria dos desconfortos físicos, comportamentais e mentais.

Desconfortos Físicos: podem ser diminuídos com o uso de medicamentos, tais como: reposição hormonal, antidepressivos, fitoterápicos e cremes vaginais, tanto hormonais quanto lubrificantes.

A reposição hormonal é um tratamento que consiste na utilização dos hormônios (estrogênio e progesterona) que pararam de ser produzidos pelos ovários:

  • Estrogênio: hormônio responsável pela melhoria dos sintomas, para pacientes que realizaram histerectomia (retirada do útero);
  • Progesterona: para as mulheres que possuem útero é uma das maneiras de se prevenir o câncer de endométrio.

Essa terapêutica recebe opiniões controversas, entre elas: sangramento vaginal de graus variados, inchaço, cefaleia, alterações do humor e dor nas mamas.

Nem todas as mulheres possuem perfil para a Reposição Hormonal. As candidatas devem ser saudáveis com sintomas do climatério.

A recomendação atual indica a utilização por tempo curto (menos de cinco anos) para diminuir os efeitos indesejados a longo prazo.

Não é recomendada para Mulheres-Marias com antecedente de câncer de mama, doença coronariana, acidente vascular cerebral, sangramento genital sem causa definida, assim como Mulheres com alto risco de desenvolver qualquer condição citada acima.

  • Prós: melhoria dos sintomas climatéricos, especialmente as ondas de calor e o aumento da lubrificação vaginal, assim como: a melhoria do desempenho sexual, a prevenção de problemas relacionados à osteoporose, como fraturas e diminuição do risco de câncer de colorretal. Melhoria do perfil de colesterol.
  • Contras: Risco pequeno de desenvolver câncer de mama; aumento do risco de acidente vascular cerebral, trombose venosa profunda e embolia pulmonar; possibilidade de retorno de sintomas relacionados à endometriose, se a paciente apresentava estas doenças antes da menopausa.
  • Controvérsia: Diminuição do risco de infarto do miocárdio, porém acredita-se que – a longo prazo – a terapia de reposição poderia aumentar o risco.

Desconfortos Comportamentais: Novo Estilo de Vida

 Como nos Saltos Quânticos anteriores, na Menopausa a Mulher-Maria se beneficia com a mudança no seu estilo de vida:

  • Alimentação Saudável;
  • Prática de Exercícios físicos:
  • Ter hobbies;
  • Diminuir o peso (algo mais dificultado por causa dos hormônios);
  • Cessar o consumo do tabagismo;
  • Evitar o abuso do álcool.

Se você ainda não tem, crie uma Rotina Matinal, porque todas nós, Mulheres-Marias na Menopausa, merecemos um NOVO HÁBITO POSITIVO, para VIVER INTENSAMENTE A NOVA VIDA.

Desconfortos Mentais: Novo Propósito de Vida

O tempo passa. A constatação da passagem do tempo, desde que nascemos se efetiva na menopausa.

Culturalmente o envelhecimento foi alinhado com o final da vida, impotência.

É fato que as transformações na nossa vida, indicam nossa direção e um equilíbrio e competude.

Acumulamos diversas perdas, lutos que foram e são sobrepujados por novas conquistas.

Nosso corpo mudando, o envelhecimento feminino é marcado pela menopausa. Tudo bem, faz parte.

Só não acontecerá, para quem morrer no útero, em criança, na adolescência ou na fase reprodutiva.

Se você está viva aos 50, prepare-se e aceite, a Menopausa é a próxima fase.
E, Tudo bem também.

Essas mudanças corporais e hormonais importantes dessa fase foram e – ainda são – entendidas como patologia, doença mesmo.
Fuja desses conceitos obsoletos!

Entretanto, é uma associação equivocada que é feita entre: Menopausa e Perda de valor.

A Mulher é vista, a partir da menopausa como: dessexualizada, frágil, desequilibrada e vulnerável frente a diversas doenças.

Eu sempre digo para as minhas Marias: “Menopausa é – apenas – o fim do período fértil. Início de um novo propósito de VIDA.”

Você continua sendo MULHER.
Você possui Libido.

Você pode e merece viver intensamente na cama, na profissão, no relacionamento, onde você quiser SER e ESTAR.

Seu ninho está vazio? Parabéns.
Seus filhos são pássaros livres, para voarem ao horizonte com a certeza de que podem voltar.

Escolheu viver sozinha? Parabéns.
Simboralá para novos projetos.

Possui um relacionamento saudável? Parabéns.
Juntos podem e têm muito por viver, desfrutar e gozar.

Mulher-Maria, junto ou sozinha, a vida só acaba, quando termina.

Estamos VIVAS: faça sua vida valer a pena.

 

Vamos Mariar! 💫

Abraço de Maria para Maria. 🌻

 

Na próxima quinta-feira, 21/10, tem um artigo novo pra você: AutoCuidado – importância de uma Rotina Matinal 

 

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